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Lisboa e Porto querem continuar com autonomia na promoção

Lisboa e Porto querem continuar com autonomia na promoçãoA Associação de Turismo de Lisboa (ATL) e a Associação de Turismo do Porto (ATP) tomaram uma posição conjunta sobre a proposta de lei do governo relativa às entidades regionais do turismo.

 



Eis o comunicado na íntegra:

"A Associação de Turismo de Lisboa (ATL) e a Associação de Turismo do Porto (ATP), que ao longo do último ano têm intensificado a colaboração entre si, resolveram emitir uma posição conjunta relativamente ao processo de "reformulação" em curso no setor regional do turismo, decorrente da proposta de lei do governo relativa às entidades regionais do turismo que, no seu entender, poderá comprometer decisivamente o trabalho desenvolvido, especialmente no âmbito da promoção externa.

Ambas as entidades entendem que esta situação é ainda mais grave na atual conjuntura, em que o mercado interno se encontra em forte retração, em contraciclo com a maior parte dos mercados externos que se encontram em contínuo e franco crescimento, aumentando o número de dormidas de estrangeiros nas suas áreas de intervenção, o que permite ao setor enfrentar o futuro com algum otimismo, se o trabalho não for interrompido.

A ATL e a ATP estranham ainda a radical alteração que este diploma sofreu face à versão do anteprojeto de lei conhecido e articulado com os agentes do setor, designadamente com a Confederação do Turismo Português.

A presente proposta ignora por completo as marcas nacionais com maior notoriedade global como é o caso designadamente de Lisboa e Porto, não tem em conta a especificidade de destinos como Fátima, Douro, Cascais, Sintra e Oeste, contraria a vontade expressa dos autarcas destas zonas e exclui por completo a intervenção dos parceiros privados no futuro modelo de gestão.

Esta situação é ainda mais grave porque, ao afastar os agentes privados, onera ainda mais o Estado no âmbito da promoção turística, nomeadamente a externa, pois despreza o efeito de alavancagem do investimento privado, concentrando este investimento na esfera do setor publico.

Pelo acima exposto a ATP e ATL entendem que, no momento particular que o País vive, em que o Turismo é um dos setores que no curto prazo pode minimizar o efeito da crise, nomeadamente no que concerne ao equilíbrio da balança de transações nacional, é imperioso:

• Que não seja desperdiçado o trabalho desenvolvido pela ATL e pela ATP designadamente no âmbito da promoção externa das regiões onde intervêm;

• Que seja mantido o reconhecimento, como a atual lei consagra, da especificidade e autonomia das Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, além das 5 regiões propostas, atribuindo as competências, designadamente na promoção externa, por via contratual à ATL e à ATP nessas zonas, evitando assim sobreposições territoriais por parte das novas entidades públicas regionais, cujo funcionamento o Estado terá que suportar, ao contrário do que sucede com a ATL e ATP;

• Que seja revisto o papel dos agentes privados, bem como clarificado o setor de atividade daqueles que possam fazer parte do modelo, no sentido de os colocar em igualdade de circunstâncias com os agentes públicos do setor.

Face ao exposto, as duas entidades apelam para que os deputados da Assembleia da República introduzam as alterações na proposta de Lei necessárias a salvaguardar as questões atrás colocadas.

As duas entidades reafirmam que, por vontade expressa dos seus associados públicos e privados, continuarão a sua ação independentemente da versão final da Lei, mesmo que venham a dispor de menos recursos financeiros no caso do Estado decidir atribui-los a novas entidades públicas.

A ATL e a ATP, cujo trabalho se encontra fundeado no rigor, sustentabilidade financeira, transparência, credibilidade e, sobretudo, na capacidade gerada pelo trabalho em rede, em estreita colaboração com os agentes privados do setor e com o Turismo de Portugal, sublinham a sua determinação no sentido de que a promoção externa possa prosseguir o trilho de sucesso.

Finalmente, as duas entidades chamam a atenção para o facto de se correr o risco de estagnar a promoção internacional de ambos os Destinos, pilares da economia nacional e geradores de riqueza numa altura em que todos os Destinos internacionais se posicionam de forma fortemente concorrencial".

Fonte: Turismo de Lisboa

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