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Relatório da OCDE é ataque ao turismo português - AHRESP

Relatório da OCDE é ataque ao turismo português - AHRESPO relatório da OCDE sobre Portugal, que recomenda um aumento da taxa de IVA, "é um ataque discriminatório e fatal para o Turismo português" e, enquanto medida, "não pode ser considerada inocente", já que contraria as recomendações da União Europeia, retira competitividade às empresas turísticas que formam o destino Portugal e gera mais desemprego, afirma o presidente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), Mário Pereira Gonçalves.


Em comunicado, Mário Pereira Gonçalves salienta: "É com estupefação que tomámos conhecimento das afirmações do relatório da OCDE. Esta sugestão de aumento da taxa de IVA nos serviços de Alojamento, não passa pela cabeça de ninguém, pois mataria o Turismo de Portugal, que tem por missão liderar as exportações e a política de crescimento".

Após o recente aumento da taxa de IVA dos Serviços de Alimentação e Bebidas de 13 por cento para 23 por cento, sem a programada contrapartida da descida da TSU, e após uma subida desenfreada dos custos de contexto, a OCDE, com esta proposta, está "pura e simplesmente a colocar definitivamente em causa toda a competitividade de um setor nacional líder nas exportações", ao sugerir que sejam retirados às empresas "os seus últimos meios financeiros necessários a normais investimentos de requalificação, remodelação, inovação e regeneração do parque hoteleiro nacional", lê-se no comunicado.

"O resultado de tal medida conduziria, irremediavelmente, ao fim inglório de uma das poucas atividades geradoras de valor acrescentado e de futuro existentes no nosso País, ao aumento do desemprego e à diminuição das receitas fiscais, estimulando, como contrapartida direta, a vitalidade do setor em destinos concorrentes de Portugal" alerta Mário Pereira Gonçalves.

No comunicado, a AHRESP sublinha que as empresas portuguesas de Turismo geram um volume de negócios de 12,8 mil milhões de euros, representam 10,5 por cento líquidos do PIB, e garantem mais de 300 mil postos de trabalho diretos.

"Isto é a economia real, que não pode ser agredida pelas teses académicas dos técnicos da OCDE, que não conhecem a realidade que vivemos, e não têm que pagar os nossos ordenados todos os meses. Como não temos petróleo, não podemos matar a Galinha dos Ovos de Ouro. Já chega a desgraça que estão a causar no setor da Restauração! ", conclui Mário Pereira Gonçalves.

Fonte: AHRESP

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