Os Estados Unidos da América, a Alemanha e a Argentina são, por esta ordem, os maiores mercados recetores de turismo de luxo, indicam dados da ITB Berlim e IPK International, segundo os quais este segmento foi o que mais cresceu nos últimos cinco anos (+48 por cento).
As unidades de alojamento do Algarve registaram uma taxa de ocupação global média/quarto de 86,9 por cento em julho, ou seja mais 6,9 por cento do que no mês homólogo do ano passado, enquanto o volume de negócios subiu 9,4 por cento.
O movimento aéreo global de passageiros aumentou 5,7 por cento em junho face ao mês homólogo do ano anterior, informa a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).
Os portugueses estão entre as pessoas que mais amigos fazem durante as viagens e nas redes sociais, indica um inquérito promovido pelos hotéis Mercure em parceria com o instituto TNS Sofres.
Lisboa, com 90,39 por cento em maio, liderou a ocupação/quarto na hotelaria nacional, a qual aumentou 2,33 p.p., comparativamente com o mês homólogo do ano anterior, para 74,86 por cento, indicam dados do AHP Tourism Monitor.
As chegadas de turistas internacionais aumentaram 4 por cento nos primeiros quatro meses deste ano, indicam dados agora divulgados no barómetro da Organização Mundial do Turismo.
O Algarve é a região mais cara para pernoitar em Portugal este mês (+34,48 por cento do que em junho), evidenciado um custo médio por noite de 156 euros face a 116 euros no mês anterior, indicam dados do trivago Hotel Price Index.
Um total de 33.100 aeronaves aterrou nos aeroportos nacionais no primeiro trimestre de 2015, o que corresponde a um aumento de 9,2 por cento face ao período homólogo do ano passado, indicam dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os dados são do TripBarometer, o barómetro do TripAdvisor, e correspondem aos meses de outubro de 2014 a março de 2015. Sobre o orçamento das férias, foi concluído que os viajantes nacionais pretendem alterar o orçamento das férias, sendo que 39% vai aumentá-lo e 28% espera reduzir o valor.
A indústria de cruzeiros europeia contribuiu com um estímulo recorde para a recuperação económica do velho continente, afirma o presidente da Cruise Lines International Association (CLIA), alertando, no entanto, que para continuar a crescer há que fazer um esforço.