Um total de 79 por cento dos residentes em Portugal Continental tenciona gozar as suas férias de verão no país, 67 por cento gostaria de o fazer numa zona costeira, e o destino escolhido pela maioria (44 por cento) é o Algarve, revela um estudo agora divulgado pelo IPDT – Instituto de Turismo.
Denominado "Avaliação das Intenções de Férias para o Verão de 2013 de Residentes em Portugal Continental", o estudo indica que, para além do Algarve, as opções de férias mencionadas pelos inquiridos são o Porto e Norte (12 por cento) e o Alentejo (8 por cento). Embora a maioria dos inquiridos tivesse respondido que preferia fazer férias numa zona costeira (67 por cento), 15,2 por cento disse optar por uma zona rural e 7,4 por cento por termas.
Paralelamente, apenas 14 por cento dos inquiridos manifestou intenção de gozar as suas férias na Europa e 3 por cento em África.
Ainda com base no estudo, 50,02 por cento dos residentes em Portugal Continental vai gozar férias entre os meses de junho e de setembro, o que não acontecerá com 49,8 por cento.
O inquérito revela ainda que são três os motivos pelos quais os residentes questionados não tiram férias entre os meses referidos, surgindo à cabeça os financeiros (31 por cento) e com igual percentagem (24 por cento) razões de trabalho e o facto de não costumarem gozar férias.
Os dados para a realização do presente estudo foram recolhidos entre 2 e 25 de maio, compreendendo todos os dias úteis, entre as 17h00 e as 20h00, e aplicando um questionário via telefone.
A população é constituída por lares com telefone fixo em Portugal Continental e por sujeitos com 18 ou mais anos. A amostragem foi estratificada por região de residência, tendo-se obtido 500 entrevistas válidas, correspondendo a uma taxa de resposta de 76 por cento.
A distribuição dos inquiridos na amostra por região foi: 34 por cento de Lisboa e Vale do Tejo; 16 por cento do Norte; 16 por cento do Grande Porto; 14 por cento do Centro, 12 por cento do Algarve e 8,0 por cento do Alentejo. A esta amostra corresponde um erro amostral máximo de ±4,3 por cento, para um nível de confiança de 95 por cento.
Fonte: IPDT